O Rio de Janeiro continua lindo… e cheio. A virada do ano na cidade maravilhosa reuniu 5,1 milhões de pessoas — número que garantiu ao evento o título oficial de Maior Réveillon do Mundo, pelo Guinness.
Só em Copacabana, 2,6 milhões acompanharam os shows e a maior queima de fogos já feita na cidade: 12 minutos de espetáculo, 19 balsas no mar e uma apresentação aérea com 1,2 mil drones.
O impacto foi direto na hotelaria. A ocupação média da cidade entre 31/12 e 03/01 chegou a 90,58%, acima da virada anterior (86,51%). As áreas mais disputadas ficaram praticamente no limite:
Copacabana e Leme: 95,6%
Ipanema e Leblon: 92,7%
Barra, Recreio e São Conrado: 89,7%
Mais do que volume, o diferencial foi o perfil do público. Cresceu a presença de turistas estrangeiros — gente que fica mais dias, circula pela cidade e deixa mais dinheiro no caminho. O carioquês ganhou um sotaque gringo. risos.
E vem mais gente aí… Com o carnaval batendo na porta, a projeção para o verão de 2026 é de 5,7 milhões de turistas na cidade, sendo 20% estrangeiros. Pense que os gastos deles vão muito além das diárias, gerando um efeito dominó em outros setores.
De hotéis a bares e restaurantes, estima-se que a arrecadação de Imposto sobre Serviços (ISS) da Prefeitura do Rio chegue a R$ 164 milhões neste verão — o que seria uma alta de 15% versus o verão passado.