Pelo quarto ano consecutivo, os estados brasileiros tiveram uma piora nas contas, fechando 2025 com o pior superávit desde 2014, de 0,04% do PIB.
Para se ter uma ideia, as despesas somadas avançaram 5,7% acima da inflação, enquanto a receita não acompanhou, crescendo 3,4% em termos reais.
O motivo para maiores gastos… Muitos dos estados renegociaram suas dívidas com a União, o que abriu margem no caixa e possibilitou mais investimentos — justamente em um ano estratégico, pré-eleitoral.
Já do lado das receitas, a principal fonte de arrecadação dos estados, que é o imposto sobre mercadorias e serviços (ICMS), teve uma desaceleração, crescendo apenas 2,4% acima da inflação, impactando as entradas nos cofres.