Era maio de 2025 quando o governo Trump anunciou o “grande tarifaço”. O POTUS tinha um objetivo central: forçar a reciprocidade comercial. A ideia era priorizar produtos feitos nos EUA, fazendo companhias sediarem suas fábricas no país.
O que deu errado? O plano esbarrou na reação de países como Alemanha e Japão. Em vez de cederem, eles injetaram bilhões em subsídios para suas próprias fábricas.
Isso serviu para "anular" o peso das tarifas: os produtos estrangeiros continuaram baratos o suficiente para seguir nos EUA, mantendo os americanos como os maiores compradores do mundo.
Enquanto isso, o déficit em conta corrente — que mede o saldo entre o total de saídas e entradas de dinheiro no país — subiu para 4% do PIB, o dobro do nível de 2019.
Ainda assim… Um stat nessa pauta deixou Donald Trump sorrindo: China. Apesar do balanço geral negativo, o déficit dos EUA especificamente com o país asiático diminuiu, ficando em US$ 202 bilhões, o menor em mais de 20 anos.