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Mpox: sem registro da doença desde 2023, o momento é de atenção em Campos
Por Administrador
Publicado em 26/02/2026 15:46
Geral
 (Foto: César Ferreira)
 

 

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) mantém, por meio da Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SUBVS), a vigilância ativa para o aumento de casos de mpox no país, mesmo que o número não apresente um impacto significativo na saúde pública. Sem registro da doença no município desde 2023, o momento é de atenção por parte dos profissionais de saúde e da população. 
 
A mpox é uma infecção viral transmitida, principalmente, por contato próximo com uma pessoa infectada. Portanto, após o Carnaval, período em que as pessoas tendem a ter maior proximidade, o risco de transmissão aumenta, segundo o subsecretário de Vigilância em Saúde e infectologista, Rodrigo Carneiro. Diferentemente da Covid-19, a doença não se transmite exclusivamente por via respiratória. É necessário contato pele a pele, para que a transmissão ocorra. 
 
“Caso alguém apresente as lesões características, que se iniciam com manchas avermelhadas e evoluem para feridas com crostas, que demoram a cicatrizar, é fundamental procurar assistência médica. Os profissionais de saúde devem, por sua vez, notificar a Secretaria Municipal de Saúde”, orienta Rodrigo Carneiro, ressaltando que, apesar de o número não impactar na saúde pública, a doença é potencialmente grave. 
 
Além das lesões na pele, os pacientes podem apresentar sintomas sistêmicos, como dores no corpo, febre e apresentar alguns linfonodos. Esses sintomas geralmente acompanham as lesões cutâneas. As regiões mais comuns para o surgimento das lesões são a genital, as virilhas, o abdômen e as costas. 
 
Em 2022 foram quatro casos confirmados da doença e um óbito — um paciente do sexo masculino de 33 anos — que ocorreu em 29 de agosto. Já em 2023, foram apenas dois casos confirmados.
 
fonte: secom
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