Segundo o presidente americano, os EUA bombardeiam o regime diariamente e ainda possuem uma lista de alvos a atingir antes de qualquer cessar-fogo.
Trump ainda destacou que o Irã concedeu um “presente” aos EUA ao liberar 10 petroleiros que cruzaram o Estreito de Ormuz. Contudo, o gesto de boa vontade não parece ter sido suficiente para frear a ofensiva.
A fala joga água fria nas expectativas de trégua que vinham animando os mercados. As ações fecharam ontem em queda, enquanto o preço do petróleo voltou a superar os US$ 100.
“Golpe final” à vista?
De acordo com informações da Axios, o Pentágono estuda um possível “ataque final” contra o Irã caso as negociações não avancem. As opções na mesa seriam:
Tomar ou bloquear a ilha de Kharg, principal hub de exportação de petróleo iraniano;
InvadirLarak, ponto estratégico de controle do Estreito de Ormuz;
Assumir ilhas próximas à entrada do estreito; ou
Bloquear navios iranianos que transportam petróleo.
fonte: the news
A lógica parece simples: usar uma demonstração massiva de força para encerrar a guerra — ou forçar uma negociação em termos favoráveis. Trump, porém, ainda não teria tomado uma decisão.
Bottom-line: O clima de tensão aumentou ainda mais depois que Israel anunciou a morte do comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, responsável pelo fechamento de Ormuz.