A mudança não é apenas estética. Nas lojas onde foram testadas, a companhia estima que o tempo que os funcionários gastavam trocando etiquetas de papel caiu 75%, permitindo que eles foquem em repor estoque ou ajudar clientes.
As novas etiquetas ainda poderão piscar, servindo como guia para os funcionários que separam os pedidos online acharem a localização do produto mais facilmente.
Com 2,1 milhões de funcionários globalmente e 280 milhões de visitas semanais, qualquer ganho de 1% em eficiência logística se traduz em bilhões.
Mas a novidade também virou motivo de preocupação
O movimento acendeu um alerta em Washington, com alguns senadores já tentando barrar a tecnologia por medo da adoção do preço dinâmico.
O receio é que, com o controle digital total, o Walmart use algoritmos para flutuar preços em tempo real — a mesma lógica do Uber ficando 3x mais caro quando você está saindo daquele show. A varejista nega que tenha essa intenção.
The big picture: No ano fiscal de 2026, a companhia registrou uma receita recorde de US$ 713,1 bilhões, um salto de 4,7% em relação ao ano anterior.