A estratégia vai funcionar em um modelo híbrido: a cidade é a dona do imóvel, mas um operador privado cuida do dia a dia.
O supermercado vai vender de tudo, de chocolate a detergente. Mas, por contrato, itens básicos como leite, pão e ovos têm que ser vendidos pelo preço que o mercado pagou no atacado.
A proposta divide opiniões…
De um lado, a prefeitura defende que a medida é vital para eliminar "desertos alimentares" em bairros onde grandes redes não operam por falta de lucro.
Do outro, donos de pequenas lojas de conveniências temem que o subsídio estatal crie uma concorrência desigual, enquanto parte da população questiona prioridades, citando a crise de habitação que a cidade enfrenta.
Bottom-line: A primeira unidade será no Harlem. Além dessa, Mamdani afirma que pretende abrir um supermercado municipal em cada um dos cinco distritos de NY até o final do seu mandato, com um custo total estimado em cerca de US$ 70 milhões.