A ideia que mexeu com os ponteiros: Na Assembleia da ONU, o mundo olhou com esperança para uma proposta apresentada pelo Irã para reabrir completamente o Estreito de Ormuz.
O regime iraniano usou o Catar para entregar aos EUA um plano para normalizar a navegação na região em até 7 dias, mas só se a Casa Branca concordasse com três pontos…
O fim do bloqueio aos portos do país;
O alívio das sanções ao petróleo iraniano e a liberação do dinheiro congelado;
A trégua em toda a região do Oriente Médio, incluindo no Líbano.
O que pesou foi a ausência da palavra “nuclear” no plano. Afinal, a principal exigência dos EUA para acabar com a guerra é que o Irã pare de uma vez por todas de enriquecer urânio.
Um elemento, duas versões: Enquanto o Tio Sam diz que o regime iraniano busca desenvolver uma bomba atômica, o país persa insiste que o programa nuclear tem fins pacíficos e energéticos.
Seja como for, mesmo tendo negado a proposta, Trump disse que espera retomar as conversas com o Irã em breve. Acontece que faltou combinar isso com o outro lado.
“Nós não iremos recuar!”: Autoridades iranianas disseram hoje que a delegação do país não tem novas agendas marcadas com os EUA — e que nem querem ter.
Enquanto isso, no seu bolso… O impasse fez o preço do petróleo disparar neste começo de semana — subindo mais de 4% e chegando a ser vendido por US$ 107 o barril.
Com a expectativa de novos ataques americanos em breve e com a reabertura de Ormuz cada vez mais distante, a expectativa é que o petróleo siga subindo, pressionando a inflação no mundo todo.