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(CNN)
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Como o mundo inteiro já sabe, se tem uma coisa que os franceses gostam mais do que um bom croissant é colocar fogo nas ruas e fazer revolução.
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Alerta de revolta: Um grupo cada vez maior de estudantes transformou protestos contra a falta de professores em uma das maiores crises generalizadas da França nos últimos tempos.
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Deu certo… parcialmente. A direção atendeu aos pedidos e a paralisação naquela unidade acabou. No entanto, os vídeos dos protestos serviram como a faísca para o país inteiro.
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Em poucos dias, a crise se espalhou por todo o sistema educacional francês, com mais de 300 mil manifestantes tomando as ruas e quase 1/3 de todas as escolas do país em greve.
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O pano de fundo: O ensino médio na França hoje tem menos professores que em 2008, mesmo com 250 mil alunos a mais.
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Os estudantes reclamam de salas superlotadas, falta de professores, aulas canceladas por falta de substitutos, prédios deteriorados e condições ruins de ensino.
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Só que a pauta cresceu ainda mais 
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O grande problema é que, enquanto os estudantes pedem mais dinheiro para a educação, o governo precisa convencer investidores de que consegue gastar menos e controlar a dívida.
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E foi assim que a crise educacional virou também fiscal e política, com mais gente protestando e passando a fazer barricadas, provocar incêndios, destruir patrimônio público e entrar em confronto com a polícia. Clique para ver.
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O resultado é que mais de 5 mil pessoas foram detidas desde o início da onda de manifestações, a maioria menores de idade, e mais de 100 escolas foram depredadas.
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O que vem por aí: Enquanto isso, a França se aproxima da eleição presidencial de 2027, e partidos de esquerda e direita tentam transformar a revolta em combustível político.
fonte: expresso
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