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Irã vive onda de massacre
Por Administrador
Publicado em 12/01/2026 12:04
Geral

(Imagem: @FoxNews)

Nas últimas duas semanas, protestos contra a alta inflação de 40% do país e o regime do aiatolá Ali Khamenei se espalharam pelo Irã. Mas a situação tem ficado cada vez mais grave nas últimas horas.

Organizações de direitos humanos afirmam que forças de segurança têm atirado diretamente contra manifestantes. Até o momento, 538 pessoas morreram — sendo 490 civis e 48 policiais — e mais de 10,6 mil foram presas.

Contudo, com a internet cortada pelo regime desde quinta-feira, o número real pode ser ainda maior. Há denúncias de corpos amontoados em hospitais e de um massacre em curso.

Dentro e fora do país, a antiga bandeira do Irã — símbolo da monarquia deposta pela Revolução Islâmica em 1979 — tem sido levantada por manifestantes. A imagem virou um retrato da rejeição ao regime atual.

O que vem pela frente

Com os protestos e mortes escalando cada vez mais, os EUA discutem como devem proceder nas próximas horas. Nesse final de semana, o secretário americano conversou com Benjamin Netanyahu sobre possíveis intervenções no país.

Informações de jornais israelenses indicam que os americanos devem realizar uma operação, embora ainda não se saiba como nem quando isso irá acontecer.

Na noite de ontem, Trump disse que o Irã “cruzou a linha vermelha” e declarou que “estamos considerando algumas opções muito fortes. Tomaremos uma decisão.”

Como resposta, o presidente iraniano Masoud Pezeshkian acusou os manifestantes de ligação com “terroristas” e ameaçou atacar Israel e bases americanas caso os EUA façam alguma ação militar. Horas depois, publicou uma charge retratando Trump como um sarcófago em ruínas.

 

fonte: the news

 
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