À medida que medicamentos para perda de peso tornam-se mais acessíveis, espera-se que eles possam emagrecer também os custos de companhias aéreas.
Explicando… O avião é como um haltere de academia. Quanto mais pesado o haltere, mais força (combustível) você precisa para levantá-lo. Não por acaso, as companhias sempre buscam formas de “cortar peso dos voos”.
Isso inclui desde limitar o peso das suas bagagens até usar papéis mais leves — ou até servir azeitonas sem caroço.
Bom, pense que o único peso que eles não conseguem prever ou restringir é o peso dos… passageiros. É aí que os medicamentos à base de GLP-1 têm ajudado.
Uma análise do banco de investimento Jefferies apontou que uma diminuição de 10% no peso médio dos passageiros poderia reduzir até 1,5% os custos de combustível — gerando um aumento de até 4% nos lucros por ação.