Pense nesse evento como uma reunião para alguns dos principais líderes do planeta tratarem dos temas mais quentes do momento: próximos passos com o Irã, guerra da Ucrânia, terras raras, economia global e inteligência artificial.
Enquanto isso, o presidente Lula deve direcionar seus esforços a fazer críticas aos tarifaços dos EUA, mesmo que de forma sutil — Donald Trump estará presente no encontro.
O presidente deve enfatizar que o Brasil não é contrário a BIG TECHs. Isso porque um dos argumentos da equipe técnica de Trump para impor tarifas ao Brasil são perseguições do Judiciário a essas grandes companhias.
Com esse tema em vista, Lula pode realizar uma reunião, ainda que informal, com o presidente americano para discutir as possíveis novas tarifas. No último encontro entre ambos, Lula saiu fortalecido com crescimento de popularidade.
Enquanto isso, por aqui…
A direita continua movimentando os bastidores das eleições. O presidente do PL afirmou que enxerga Michelle Bolsonaro como crucial para a candidatura de Flávio e que ela vai deve atuar mais ativamente na campanha no final do ano.
Porém, Michelle tem colocado como condição para entrar na campanha um pedido público de desculpas tanto de Flávio como de Eduardo. O senador chamou a ex-primeira dama de autoritária há alguns meses e Eduardo desaprovou abertamente a candidatura dela para a presidência ou vice.